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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

C.S.C. é uma sigla que aparece freqüentemente nos livros da série. Não há um verdadeiro significado para a sigla e esta representa muitas coisas. De uma forma geral, porém, ela representa uma organização secreta e quase tudo o que ela usa. Desde os detetives felinos voluntários, os Caçadores de Segredos Criminais, até a porta com Cerramento Supravernacular Complexo.

sigla C.S.C. aparece pela primeira vez em Inferno no Colégio Interno, quinto livro da série. Ela é mencionada por Duncan Quagmire, que não teve tempo de explicar nada porque uma das mulheres de rosto empoado o impediu. Desde este livro, a sigla não pára de aparecer na trama e os órfãos também não param de tentar descobrir seu verdadeiro significado. O próprio setimo livro da série se chama A Cidade Sinistra dos Corvos, e se passa na cidade de Cultores Solidários de Corvídeos para instigar a mente dos leitores e dos protagonistas.
Violet, Klaus e Sunny Baudelaire descobrem, posteriormente, que seus pais e muitas outras pessoas foram ou são membros dessa organização secreta, tais como Lemony, Kit e Jacques Snicket e o Conde Olaf. Percebem, entretanto, uma certa diferença nos princípios desses membros. Alguns se caracterizam como voluntários e outros como vilões. Acontece que, em certo momento, C.S.C. sofreu uma cisão, termo que aqui significa "divisão definitiva de uma organização já dividida em pessoas nobres e pessoas más", graças a uma conspiração de membros rebeldes. Quando essa cisão ocorreu é fato desconhecido, mas podemos tentar adivinhar com base nos outros livros.
Enquanto o verdadeiro nome da organização C.S.C. não é revelado, muitos gostam de chamá-la de Corporação pelo Salvamento das Chamas. O correspondente em inglês a C.S.C. é V.F.D. O livro Autobiografia não autorizada, também de Lemony Snicket, revela informações cruciais para entender a organização.
Animais e insetos de C.S.C.
C.S.C. cria certos tipos de animais para ajudar em incêndios e até para alertálos de algum perigo.Aqui estão os até agora descobertos.
Os leões: Foram os animais escolhidos para farejar fumaça, eles eram usados para descobrirem incêndios.Depois da cisão em C.S.C. ,o Conde Olaf os roubou e os deixava vários dias sem comer,só os chicoteando,para que eles devorassem qualquer pessoa que fosse atirada na jaula.
Os Corvos: Serviam para mandar cartas, mensagens e objetos pelos ares.Foram usados para mandar o açucareiro até o hotel Desenlance, mas não se sabe se eles conseguiram cumprir sua missão. Carmelita Spats estava incubida de abater qualquer corvo-correio que passasse por cima do hotel Desenlance.
Os répteis: Eram usados para vigiar as bases e mansões de C.S.C., como diz no Lemony Snicket: Autobiografia não Autorizada a mamba do mal sibilava mensagens em códigos, quando ela sibila:"Sucessivas sanguessugas" ela quer dizer "inimigos por perto", quando ela sibila: "Foi-se e acabou-se" ela quer dizer:"Provavelmente disfarçados". E quando ela sibila "Agonizar" ela quer dizer: "Cuidado com os incêndiários", além dos répteis os grilos também conseguem pronunciar as mesmas palavras em códigos para alertar voluntários.
As águias: No décimo livro de Desventuras em Série o Homem com Barba, mas sem Cabelo e a Mulher com Cabelo, mas sem Barba chamaram as águias para sequestrar todos os escoteiros da neve.Antes da cisão de C.S.C. eles serviam para ver incêndios a longa distância.
Os salmões: Foram citados no décimo primeiro livro de Desventuras em Série, eles foram treinados para nadar contra a maré para detectar incêndios florestais, mas o Café Salmonela os capturou e provavelmente os usou no seu restaurante.
Os grilos: Foram mencionados na Autobiografia não Autorizada, como já foi dito acima, eles avisavam as mesmas mensagens em código que a Mamba do Mal sibilava. A Autobiografia não Autorizada foi feita com várias cartas, telegramas, mensagens, em código, pedaços de livros e etc. Existe um pedaço do capitulo de um livro intitulado: "Capítulo XV. Grilos". O texto não parece fazer nenhum sentido de acordo com o livro, mas na verdade é um texto que está em código,você só o decifra se souber o código dos grilos.
Os morcegos: Estes animais foram citados no livro The Beatrice Letters, eles eram treinados para mandar mensagens para outros voluntários. Como os morcegos eram animais noturnos, eles mandavam as mensagens a noite, mas por algum motivo, os morcegos não foram treinados corretamente, as vezes eles entregavam as correspôndencia para o destinatário errado. Por isso, eles pararam de treinar morcegos. O interessante é que os corvos e morcegos entregavam cartas, e os dois eram animais pretos. Talvez isso seja porque os voluntários preferiam mandar mensagens noturnas e assim os inimigos possuiam chances menores de roubar as cartas ou mensagens.

Significados de C.S.C. para a organização:
Cultores Solidários de Corvídeos
Correntezas que Sopram Constante
Caçadores de Segredos Criminais
Caminho Secundário das Chamas
Cilindros Sempre-verdes Combustíveis
Cerramento Supravernacular Complexo
Corporação pelo Salvamento das Chamas
Colóquio Secreto Criostático
Correio Sub-reptício Cooperativo
Criação Secreta de Cardumes
Comunicação por Semiflutuações em Cântico
Colimadores Simplificados de Clarificação
Cozinha Sabor Criptográfico
Cachos Sumarentos e Capitosos
Caracterização Singular de Cenhos
Composição de Simulacros Convincentes
Companhia Superfalsificadora de Comprovação
Companhia Social Chique
Cadernos Semiológicos de Cinema
Cobras e Serpentes Comestíveis
Corajoso Sodalício Campestre
Clarificação de Sibilinos Cantares
Cebolinhas Semicongeladas Cheirosas
Construção por Seleção de Cacos
Carreação de Supervoláteis Cogumelos
Corredores Sub-reptícios das Chamas
Continente Sacarífero Codificado

pundonor diário

O Pundonor Diário entrou na vida dos Baudelaire quando estes visitavam o munícipio dos Cultores Solidários de Corvídeos. No livro, é conhecido por publicar informação seriamente incorreta. Desde que Jacques Snicket foi condenado à fogueira na crença de que fosse o Conde Olaf, este jornal ou seus notórios repórteres têm seguido os órfãos Baudelaire por todo lugar ao longo de sua jornada na Cidade Sinistra dos Corvos.
Este jornal, editado por Eleanora Poe e tendo Geraldine Julienne como a principal repórter, tenta convencer a população de que os órfãos Baudelaire foram os verdadeiros assassinos de Jacques Snicket, que pensavam ser o Conde Olaf, chamado, na verdade, de Conde Omar. Em todos os livros após o A Cidade Sinistra dos Corvos, as falsas informações publicadas nele forçaram os Baudelaire a esconder suas identidades, apesar dos jornalistas terem confundido seus nomes com "Verônica, Klyde e Susie Baudelaire". Os funcionários d'O Pundonor Diário não mediram esforços e os perseguiram desde o município de C.S.C até o Hotel Desenlace, no livro duodécimo, O Penúltimo Perigo.
Na Autobiografia Não-Autorizada, existem amostras das críticas teatrais de Lemony Snicket publicadas n'O Pundonor Diário. Ele foi demitido por Eleanora Poe, editora-chefe, após condenar as habilidades de atuação de Esmé Squalor em uma peça de Al Funcoot (anagrama para Count Olaf, Conde Olaf em inglês). No lugar da coluna de Snicket, passaram a publicar uma de Geraldine Julienne (grande fã de Esmé e cabeça-oca) chamada de "Organizações secretas que você precisa conhecer". Esta, entretanto, causou vários problemas para C.S.C., pois publicou diversas vezes o endereço da base secreta da organização, obrigando os membros a se mudarem.
Beatrice Baudelaire é uma personagem da série literária Desventuras em Série, por Lemony Snicket. Segundo contado na série, Beatrice era dona de uma grande fortuna com seu marido, mãe de Violet, Klaus e Sunny Baudelaire, e morreu em um incêndio em sua mansão, juntamente de seu marido, Bertrand. Também já foi noiva de Lemony Snicket, e por causa de alguns voluntários vis que espalharam no jornal O Pundonor Diário que ele era um criminoso, ela rompeu o noivado. O livro Autobiografia Não Autorizada de Lemony Snicket traz a possibilidade de que tenha sido atriz. Além disso, Beatrice e Bertrand foram voluntários em uma organização secreta que recentemente teve uma cisão, chamada C.S.C. Ao longo da série, seus três filhos descobrirão segredos sobre o passado de seus pais e sobre C.S.C.
Todos os 13 livros de Desventuras em Série são dedicados à Beatrice, e cada dedicatória está disposta em forma de poema ou dístico. Lemony, que apesar de ter sido dado como morto por um jornal que constantemente comete erros, ainda está vivo, e ainda ama muito Beatrice, alegando em seus livros e autobiografia que nunca poderá esquecê-la.

[editar] Curiosidades
Beatrice é a mãe de Klaus Baudelaire, Sunny Baudelaire e Violet Baudelaire;
Há possibilidade de estar viva, ela ou seu marido Bertrand, segundo a pág. 13 do Dossiê Baudelaire;
Também na pág. 13 do Dossiê Baudelaire há uma foto com Jacques Snicket, Lemony Snicket, Beatrice e Bertrand Baudelaire, o que confirma o fato de Beatrice já conhecer Lemony quando conheceu Bertrand. Quando o grande amor dela, Lemony, foi acusado de ser um incendiário por um jornal controlado por pessoas vilanescas e mentirosas, Beatrice terminou o noivado e se casou com Bertrand.
Beatrice era atriz;
Apesar de supostamente não haver nenhuma foto de Beatrice, no livro Autobiografia Não-Autorizada de Lemony Snicket, há no índice duas palavras que são: Identidade de Beatrice ver pag. 211. Infelizmente, na página 211 há uma foto destruída. Também há uma foto de Beatrice no capítulo "Quem é Beatrice?" a foto de uma garota fantasiada.
De início, não imaginamos ter alguma relação, pelo fato das fotos de entrada dos capítulos PARECEREM meramente aleatórias, por não fazerem sentido ou qualquer referência à pergunta do capítulo. Mas prestando atenção, elas começam a fazer sentido.
No caso, a menina seria Beatrice pequena, fantasiada de algum de seus personagens como atriz, e como a maioria dos voluntários de C.S.C. tem algum "dom" para certo ramo desde pequenos (como Violet para inventar, Klaus para pesquisar, Sunny para cozinhar, Isadora para fazer poemas, etc), Beatrice certamente era atriz desde pequena. Isso sem contar que há uma assinatura no final da foto, mas incompleta. Só aparecem a parte de cima das letras, deixando a assinatura despercebida na folha e praticamente irreconhecível. Porém, as partes de cima das letras encaixam perfeitamente no nome Beatrice Baudelaire.